Os primeiros vestígios remontam ao século VIII a.C., ao período da colonização fenícia do Mediterrâneo Ocidental. O seu nome de então era Ossónoba e era um dos mais importantes centros urbanos da região sul de Portugal e entreposto comercial, integrado num amplo sistema comercial, com base na troca de produtos agrícolas, peixe e minérios.
Entre os séculos III a.C. e VIII d.C., a cidade esteve sob domínio Romano (Ruínas romanas de Milreu), Bizantino (torres bizantinas da cidade) e Visigodo.
Faro foi conquistada pelos mouros no ano de 713 d.C, os quais ergueram ali uma fortificação (reforçada por uma nova muralha. Durante a ocupação árabe, o nome Ossónoba prevaleceu, desaparecendo apenas no século IX, para dar lugar a Santa Maria do Ocidente era então capital de um efémero principado independente.
Depois da tomada da cidade por D. Afonso III, em 1249, a cidade passou a designarse por Santa Maria de Faaron ou Santa Maria de Faaram. Nos séculos seguintes, Faro tornou-se uma cidade próspera devido à sua posição geográfica.
O Rei D. Manuel I promove, em 1499, uma profunda alteração urbanística c- fora das alcaçarias e junto ao litoral. Em 1540, D. João III eleva Faro a cidade
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| Naturais de Faro | Farenses. |
| Artesanato | Fabrico de cestos, louças, trabalhos em palma, esparto, palhinha, verga, cana e vime, tecelagem, rendas e bordados, trabalhos em pedra, olaria, cerâmica, trabalhos em couro, cobre, cortiça, madeira e fabrico de utensílios para a pesca. |
| Festas e Romarias | Procissão do Enterro (Sexta-Feira Santa); Feira de Nossa Senhora do Carmo (julho); Concentração de Motos de Faro (julho); FOLKFARO – Folclore Internacional da Cidade de Faro, meados de agosto; Alameda Beer Fest, no inicio de Julho; Festa da Ria Formosa, no final do mês de Julho; Festival F, no inicio de Setembro. Feira de Santa Iria (outubro). |
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