
O passaporte nasceu em 2018 por iniciativa da associação que junta os 35 municípios por onde passa a EN2. Pode ser adquirido online (custa um euro, mais portes de envio) ou então em câmaras municipais e postos de turismo ao longo da rota. No passaporte, cada concelho tem a sua própria página e o objetivo do viajante é recolher os carimbos que assinalam a passagem pela localidade. Existem muitos pontos para o fazer como postos de turismo, autarquias, unidades hoteleiras e de restauração, bombeiros voluntários, museus ou gasolineiras.
O objetivo da associação é fazer com que a EN2 “não seja apenas uma moda, mas sim algo duradouro“, estando, por exemplo, a ser ultimada uma “rede de agentes” ao longo da estrada (alojamentos turísticos, de restauração e outros serviços como, por exemplo, farmácia e oficinas, referenciados pelos municípios) para facilitar a vida de quem viaja.
O passaporte, pela adesão, é já uma âncora desta estratégia. Sempre que possível o ideal é visitar o posto de turismo, pois garantem não só o carimbo como também informações sobre a zona e pequenas dicas que só os locais conhecem.
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